Vai passar

Quase 400 dias de pandemia e um isolamento que transcende as paredes da minha casa. É uma solidão da alma, que dói em cada célula do corpo.

Quem nunca se pegou pensando em como viviam as pessoas que estavam atravessando grandes momentos históricos? Eu sempre me perguntava se elas se davam conta do que estavam vivendo ou se apenas seguiam vivendo um dia de cada vez. Bem, falo por mim, hoje eu sou essa pessoa. sei que atravesso um

Cartomante, eu?

Todo dia (todo dia mesmo) eu recebo mensagens no meu insta perguntando se eu adivinho o futuro, perguntando sobre relacionamentos amorosos ("é que eu quero saber se meu ex me traiu"; "quero saber se meu marido ainda me ama"; "quero saber se eu beber só

Primeira carta de 2020 para os passarinhos

Das coisas que fazem meu dia - qualquer dia, até os piores - melhorar 127% (talvez mais) são, não necessariamente nesta ordem: quando Benjamim larga o que está fazendo (geralmente o iPad com algum filme/jogo), pula na minha cama, me abraça apertado e diz que me ama (sim, ele é fofo assim e sim, ele faz isso quase todos os dias, algumas vezes mais de uma vez por dia); ou quando ele fica todo falante, querendo conversar sobre tudo e todas as curiosidades do mundo

“Tereza, você mudou de profissão?”

Não, minhas amoras. Eu NÃO mudei de profissão. Continuo na jornada apaixonante do autoconhecimento, só que quanto mais estudo, aprendo, aprimoro, mais tudo isso reflete diretamente na minha maneira de viver e de trabalhar.

Nunca fui fã de rótulos, a mudança é minha fiel companheira e eu nunca deixei de ser quem sou (em essência - meus valores), o que acontece é a evolução natural enquanto ser humano que busco e que faz pa