A felicidade não está na vitrine

Você sabe o que te faz feliz de verdade? Não estou falando daquela sensação que explode quando compramos algo, por exemplo. Isso, na maioria esmagadora das vezes, é apenas euforia e a gente repetindo o comportamento que a sociedade nos ensinou direta e indiretamente. É uma sensação boa? Claro que sim! Mas passa rápido. Por isso as pessoas compram, compram, compram e compram... Tentando sentir essas explosões. Se isso fosse felicidade, basta

Convivendo com a CULPA MATERNA

Há pouco mais de uma semana voltei de uma viagem de duas semanas. Nuca havia passado tanto tempo longe dos meus filhos... Antes de ir eu tentei não pensar muito nisso porque eu sabia que existia a enorme possibilidade de desistir; durante a viagem me mantive o mais ocupada possível para não chorar de saudade (funcionou quase a viagem inteira). Voltei para casa e demorou uma semana para eu conseguir matar a saudade e voltar à rotina. Sim, passei sete dias agarran

O mito da maternidade real

Mas o que é, afinal, maternidade real? Será que ela existe mesmo? Melhor, será que existe alguma maternidade que não seja real?

Em tempos de redes sociais, filtros e seletividade, parece que muita gente acredita que a maternidade real é uma espécie de maternidade melhor, como se a maternidade fosse um jogo e ela estivesse um nível acima.

Eu, u

Passos fáceis e inteligentes para sair da ZONA DE CONFORTO

Mais um termo que vem sendo falado bastante ultimamente... ZONA DE CONFORTO. A gente já imagina de cara que seja o quê? Uma cama kingsize bem fofinha, quentinha e gostosa, ou uma praia deserta bem relaxante, vista linda, mar azulzinho, céu também... Garota, não se engane! É uma cilada (e das piores)!

Segundo aquela que sabe de quase todas as coisas, a wikipédia, na psicologia, a

Mãe de segunda viagem (como lidar com o filho mais velho?)

Este foi (e está sendo) um dos assuntos mais delicados desta segunda gravidez...

Contextualizando: Benjamim hoje tem 04 anos e 09 meses e, há uns dois anos ele começou a pedir um irmãozinho. Eu não cedi aos pedidos até meu corpo e meu coração também concordarem e até eu me sentir disposta a enfrentar e viver tudo outra vez.

Uma coisa é pedir um irmãozinho para a mamãe, outra coisa é vivenciar, é trazer para a re