Quando decidi viver em Portugal

Em 2012 visitei Portugal pela primeira vez. Como Lisboa é a porta de entrada para a Europa, decidimos passar alguns dias por lá. Até então confesso que nunca havia despertado nenhum interesse especial pelas terras lusitanas, no entanto, quando coloquei meus pés ali... Nossa! Até hoje não sei  como explicar o que senti, foi algo como a sensação que tenho quando faço uma grande viagem e chego em casa, só que eu estava fazendo exatamente o contrário. Eu ha

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Há alguns dias coloquei em prática um desejo que guardava no meu coração há muito tempo. O de levar mais amor, um pouco do que sei e todas as melhores energias que vibram em mim para quem precisa.

Sempre tive essa vontade de fazer as pessoas se sentirem melhor através das palavras (maluquice para alguns, mas para mim sempre fez todo sentido e isso me bastou). O amor pelas palavras e o amor pelas pessoas andaram separados por qu

A mudança do corpo é apenas a ponta do iceberg (o que ninguém me contou quando engravidei)

Uma das coisas que mais mexeu comigo quando engravidei foi a mudança do meu corpo. Logo no começo da gestação senti meus seios diferentes e, com o passar das semanas, as mudanças foram ficando mais e mais visíveis. Adeus, cintura! Olá, quadril à la Kardashians! Se faltasse bola num jogo de basquete, eu emprestaria um peito meu facilmente... Durante a gravidez, além dessas e tantas outras mudanças externas, acontecem outras tantas internamente e é aí que o

Desafio da Semana – Pequenas mudanças fazem a vida mais feliz

Quem me segue no Instagram sabe que toda segunda-feira rola um post com metas simples e deliciosas de fazer, uma para cada dia da semana.

Sempre acreditei que a verdadeira mudança acontece através das pequenas coisas. Não adianta mudar drasticamente do dia pra noite porque é quase certo que tudo volta a ser como antes. Nem tampouco vale mudar hoje e amanhã fazer tudo igual a ontem. Transformaç

Convivendo com a CULPA MATERNA

Há pouco mais de uma semana voltei de uma viagem de duas semanas. Nuca havia passado tanto tempo longe dos meus filhos... Antes de ir eu tentei não pensar muito nisso porque eu sabia que existia a enorme possibilidade de desistir; durante a viagem me mantive o mais ocupada possível para não chorar de saudade (funcionou quase a viagem inteira). Voltei para casa e demorou uma semana para eu conseguir matar a saudade e voltar à rotina. Sim, passei sete dias agarran