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Há alguns dias coloquei em prática um desejo que guardava no meu coração há muito tempo. O de levar mais amor, um pouco do que sei e todas as melhores energias que vibram em mim para quem precisa.

Sempre tive essa vontade de fazer as pessoas se sentirem melhor através das palavras (maluquice para alguns, mas para mim sempre fez todo sentido e isso me bastou). O amor pelas palavras e o amor pelas pessoas andaram separados por qu

A felicidade não está na vitrine

Você sabe o que te faz feliz de verdade? Não estou falando daquela sensação que explode quando compramos algo, por exemplo. Isso, na maioria esmagadora das vezes, é apenas euforia e a gente repetindo o comportamento que a sociedade nos ensinou direta e indiretamente. É uma sensação boa? Claro que sim! Mas passa rápido. Por isso as pessoas compram, compram, compram e compram... Tentando sentir essas explosões. Se isso fosse felicidade, basta

Desafio da Semana – Pequenas mudanças fazem a vida mais feliz

Quem me segue no Instagram sabe que toda segunda-feira rola um post com metas simples e deliciosas de fazer, uma para cada dia da semana.

Sempre acreditei que a verdadeira mudança acontece através das pequenas coisas. Não adianta mudar drasticamente do dia pra noite porque é quase certo que tudo volta a ser como antes. Nem tampouco vale mudar hoje e amanhã fazer tudo igual a ontem. Transformaç

Convivendo com a CULPA MATERNA

Há pouco mais de uma semana voltei de uma viagem de duas semanas. Nuca havia passado tanto tempo longe dos meus filhos... Antes de ir eu tentei não pensar muito nisso porque eu sabia que existia a enorme possibilidade de desistir; durante a viagem me mantive o mais ocupada possível para não chorar de saudade (funcionou quase a viagem inteira). Voltei para casa e demorou uma semana para eu conseguir matar a saudade e voltar à rotina. Sim, passei sete dias agarran

O mito da maternidade real

Mas o que é, afinal, maternidade real? Será que ela existe mesmo? Melhor, será que existe alguma maternidade que não seja real?

Em tempos de redes sociais, filtros e seletividade, parece que muita gente acredita que a maternidade real é uma espécie de maternidade melhor, como se a maternidade fosse um jogo e ela estivesse um nível acima.

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