Menos tecnologia e mais imaginação – 16 ideias para criar um “CANTINHO DA PAZ” para os pequenos

Meus filhos fazem parte de uma geração completamente diferente da minha. Quando eles nasceram já existia internet, redes sociais, jogos virtuais... Para mim é bem louco pensar que eles não experimentaram um mundo mais "orgânico". Não sou contra tecnologias e afins, mas sou a favor do uso consciente e o fato é que todo esse aparato tecnológico tem seu bônus e seu ônus. E é sobre esse ônus que focarei no post de hoje.

Ansi

A felicidade não está na vitrine

Você sabe o que te faz feliz de verdade? Não estou falando daquela sensação que explode quando compramos algo, por exemplo. Isso, na maioria esmagadora das vezes, é apenas euforia e a gente repetindo o comportamento que a sociedade nos ensinou direta e indiretamente. É uma sensação boa? Claro que sim! Mas passa rápido. Por isso as pessoas compram, compram, compram e compram... Tentando sentir essas explosões. Se isso fosse felicidade, basta

A mudança do corpo é apenas a ponta do iceberg (o que ninguém me contou quando engravidei)

Uma das coisas que mais mexeu comigo quando engravidei foi a mudança do meu corpo. Logo no começo da gestação senti meus seios diferentes e, com o passar das semanas, as mudanças foram ficando mais e mais visíveis. Adeus, cintura! Olá, quadril à la Kardashians! Se faltasse bola num jogo de basquete, eu emprestaria um peito meu facilmente... Durante a gravidez, além dessas e tantas outras mudanças externas, acontecem outras tantas internamente e é aí que o

Desafio da Semana – Pequenas mudanças fazem a vida mais feliz

Quem me segue no Instagram sabe que toda segunda-feira rola um post com metas simples e deliciosas de fazer, uma para cada dia da semana.

Sempre acreditei que a verdadeira mudança acontece através das pequenas coisas. Não adianta mudar drasticamente do dia pra noite porque é quase certo que tudo volta a ser como antes. Nem tampouco vale mudar hoje e amanhã fazer tudo igual a ontem. Transformaç

Convivendo com a CULPA MATERNA

Há pouco mais de uma semana voltei de uma viagem de duas semanas. Nuca havia passado tanto tempo longe dos meus filhos... Antes de ir eu tentei não pensar muito nisso porque eu sabia que existia a enorme possibilidade de desistir; durante a viagem me mantive o mais ocupada possível para não chorar de saudade (funcionou quase a viagem inteira). Voltei para casa e demorou uma semana para eu conseguir matar a saudade e voltar à rotina. Sim, passei sete dias agarran