Todo dia (todo dia mesmo) eu recebo mensagens no meu insta perguntando se eu adivinho o futuro, perguntando sobre relacionamentos amorosos (“é que eu quero saber se meu ex me traiu”; “quero saber se meu marido ainda me ama”; “quero saber se eu beber só água no jantar eu vou emagrecer”… a lista é gigantesca, acreditem). E, para todas as perguntas, a resposta é uma só: eu não sei.

Você pode estar se perguntando neste exato momento como é que eu não sei disso se eu, como dizem, dentre tantas outras coisas, sou cartomante. Explico. Sim, faço uso do tarot. E essa intimidade com as cartas vem desde muito antes – quando adolescente comprei meu primeiro jogo porque uma grande amiga, ela sim cartomante real e muito fodona, disse que minha “sensibilidade” poderia ser canalizada através das cartas. Comprei, usei algumas poucas vezes e aquilo mexeu comigo de um jeito que me assustou. Acho que eu não tinha a maturidade, muito menos o equilíbrio e a força que tenho hoje. Mas as cartas sempre estiveram comigo, direta ou indiretamente. E há pouco tempo, coisa de meses, senti o desejo de mostrar isso para o mundo. BUM! Cada vez que retirava cartas para alguém, uma enxurrada de mensagens, emoções, lágrimas e agradecimentos vinham da pessoa para qual eu fazia a leitura.

Sim, minha amiga fodona estava certa, as cartas me ajudam muito no processo de canalizar essa “sensibilidade” (que nasceu comigo e que aprendo a lidar e conheço cada dia um pouquinho mais). Mas essa força está em tudo que faço, em todas as esferas da minha vida, apenas para esclarecer. Por muito tempo tentei escondê-la, tentei viver como se ela não existisse. Mal sabia eu que, quando a aceitasse e honrasse, ela mudaria completamente a minha vida. Foi o que fiz, é o que tenho feito. Hoje coloco meu dom a serviço do outro, do bem, do amor, da minha missão. E tem sido através das cartas que consigo utilizar toda essa potência para auxiliar diretamente quem me procura.

Sou apenas um instrumento, um canal de conexão e amor. Por isso não adianta me perguntar coisas do tipo que coloquei no começo desse post. As respostas que chegarão para você serão aquelas que o seu eu mais profundo realmente precisa e deseja. Quando me conecto com a energia de alguém, vamos para muito além da superficialidade da consciência. Literalmente mergulhamos em águas mais profundas e, por isso, mais assertivas, mais emocionais, espirituais e, algumas vezes, menos racionais. Apenas sinta, interprete de acordo com o que o seu coração já sabe. Porque eu não lhe trago novidades, eu trago à superfície aquilo que você já sabe, mas ainda não sabe que sabe. Talvez as perguntas que você fez (como aquelas do começo do post) sejam respondidas sim, se isso for o que você deseja de verdade e se isso for o que você precisa.

Por isso quando alguém me procura para uma consulta de Tarot Terapêutico, nós conversamos, eu explico como funciona e em seguida peço para que a pessoa se conecte com alguma área ou situação da sua vida que deseje elucidação. Se essa pessoa tiver dificuldade em fazer isso, continuamos conversando até que seja confortável para ela dar o próximo passo. E quando faço isso, o faço com muita responsabilidade e respeito. Estudei e estudo muito, coloco, além da “sensibilidade”, tudo que aprendi até hoje.

É isso, não existem segredos. O que acontece em uma consulta dessas é a pura conexão, sintonia e o mergulho reflexivo que promove um maravilhoso autoconhecimento. Porque quanto mais nos conhecemos, aprendemos que tão importante quanto ter respostas, é saber fazer as perguntas.

Ah, e podem me chamar como quiserem. Cartomante, terapeuta, taróloga, bruxa, médium… Sou tudo isso mesmo (e mais que isso também). O nome aqui é o que menos importa. Coloco meu dom e minha energia a serviço do bem e do amor. E é isso que importa.

OBS.: se você trocar o jantar por água ou fizer qualquer dieta maluca, provavelmente você vai emagrecer sim e também vai adoecer!! Por isso, procure profissionais responsáveis e qualificados para te ajudarem. Seja para emagrecer, seja para cuidar da sua saúde física e mental/emocional. Seu corpo certamente precisa muito mais de alimentos nutritivos do que restrições severas. Mas isso é assunto para outro post…