Mais um termo que vem sendo falado bastante ultimamente… ZONA DE CONFORTO. A gente já imagina de cara que seja o quê? Uma cama kingsize bem fofinha, quentinha e gostosa, ou uma praia deserta bem relaxante, vista linda, mar azulzinho, céu também… Garota, não se engane! É uma cilada (e das piores)!

Segundo aquela que sabe de quase todas as coisas, a wikipédia, na psicologia, a zona de conforto é uma série de ações, pensamentos e/ou comportamentos que uma pessoa está acostumada a ter e que não causam nenhum tipo de medo, ansiedade ou risco. Nessa condição a pessoa realiza um determinado número de comportamentos que lhe dá um desempenho constante, porém limitado e com uma sensação de segurança.

OU SEJA, você vive sempre mais do mesmo, sem grandes expectativas, fazendo os mesmos caminhos todos os dias, indo para os mesmos lugares, reclamando das mesmas pessoas, vivendo os mesmos problemas… E tem gente que passa a vida inteira assim e ainda espera que um supermegapower milagre aconteça e que sua vida mude completamente. Porque sim, quem vive desse jeito, na grande maioria esmagadora das vezes, não está satisfeito, mas também não faz nada para mudar. Taí a cilada, você está presa na zona de conforto, miga!

E por que você não muda? Existem vários motivos que mascaram o verdadeiro por trás de todos eles: o MEDO. Medo de errar, medo de que nada dê certo, medo de não ser boa o bastante, medo do desconhecido!

Não dá para dizer para você simplesmente parar de sentir medo e pronto, tudo resolvido. O buraco é mais embaixo, eu sei. Mas eu estou aqui com todo o meu amor e minha alma querendo te ajudar. Você topa? Então vamos lá!

Começaremos por coisas pequenas do seu dia a dia, ok? Nada difícil, tudo tranquilo e favorável que é pra você não desistir logo na largada.

Experimente mudar o trajeto da sua ida para o trabalho, faculdade, escola, o que for… Se não der para mudar o trajeto, observe mais o mundo lá fora, as pessoas ao redor (se você não estiver dirigindo, claro!). Experimente também fazer alguma coisa que você não faz há muito tempo (ir ao cinema, sair para dançar, puxar conversa com aquela amiga que você tanto gosta, mas nunca tem tempo de encontrar, tomar um sorvete com sabor diferente, provar uma comida fora do usual, ou sei lá mais o quê, use a criatividade!)

E agora vem duas perguntas super poderosas… PREPARE-SE!

Qual foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?

Qual foi a última vez que você sentiu aquele frio na barriga que faz a gente suar frio e que é uma delícia e uma loucura ao mesmo tempo?

Se você demorou mais que 5 segundos para achar as respostas ou se você não achou as respostas. Temos um problema, garota! A parte boa é que você pode resolver.

Começa fazendo o que eu disse lá em cima e depois vai aprimorando e aumentando os desafios, como num jogo, sabe? A gente vai melhorando e as fases vão ficando mais difíceis e interessantes!

E como você vai fazer isso? Depois de experimentar algumas sensações novas com pequenas mudanças, que tal tentar algo realmente diferente? Para descobrir o que fazer, primeiro você precisa de um plano de ação. Nada elaborado demais, as melhores e mais verdadeiras respostas são aquelas que chegam primeiro à nossa mente.

Faça uma lista de coisas que você sempre teve vontade de fazer, mas por algum motivo, nunca aconteceu.

Vou me usar como exemplo: lembro como se fosse hoje, há alguns anos atrás eu estava indo para Recife-PE fazer o meu primeiro curso sobre Coaching. Eu nem sabia direito o que era, estava sentindo esse frio na barriga desde que fiz a inscrição, só sabia das coisas que minha irmã falava e mais outras que havia lido rapidamente na internet. Enfim, o ponto crucial aqui é que eu estava sem trabalhar desde que Benjamim, meu filho mais velho (hoje com quase 6 anos) havia nascido. Ele nasceu e eu escolhi ser mãe e ponto. Foi maravilhoso, incrível, fantástico e eu faria tudo de novo. O primeiro ano se passou, o segundo também… E eu comecei a me questionar sobre várias coisas porque eu passei a viver no automático, fazendo as mesmas coisas todos os dias e suprindo as necessidades físicas e emocionais dos outros, mas e as minhas necessidades? Nesse processo todo eu senti que perdi muito da minha identidade, eu sentia falta de mim, de ter um tempo meu, de fazer algo por/para mim. Foi quando eu decidi sair da minha zona de conforto e busquei algo novo, aí eu conheci o universo do Coaching. A partir disso eu percebi que eu não havia perdido a minha identidade, ela havia se transformado e eu não estava conseguindo reconhecer esse novo EU. Passei por um longo processo para voltar a me conhecer bem, mas isso é assunto para outra hora. O que eu quero dizer com tudo isso? Que se a gente não se sente satisfeita com algo, temos que AGIR. Procure algo que você deseja fazer e simplesmente faça. Se vai dar certo ou não, se você vai gostar ou não… Isso ninguém tem como prever. Ficar na mesma é que não rola, né? Pelamooor, a gente pode muito mais do que imagina!

Para finalizar, te convido a respirar fundo e pensar o seguinte: não precisamos nos sentir super incomodadas ou tristes para querer mudar. Mudar faz bem! Tentar coisas novas, pensar fora da caixa… Coisas assim deixam a vida melhor de se viver. Experimente!

Quer saber mais, conversar mais? Estou sempre à disposição, é só chamar. ;)

Beijos e até.

2 Comentários

  1. Boa tarde Tereza Lá! Super interessante essa de sair da zona de conforto, a pouco meses estou fazendo coisas que a muito tempo que não fazia, estou já sentido a diferença em minha vida!!! Matéria show.

    • Isso mesmo! A gente abandona a zona de conforto e toma as rédeas da vida aos poucos. Um passo à frente e já não estamos no mesmo lugar. Parabéns!! Vamos que vamos!