Quando decidi viver em Portugal

Em 2012 visitei Portugal pela primeira vez. Como Lisboa é a porta de entrada para a Europa, decidimos passar alguns dias por lá. Até então confesso que nunca havia despertado nenhum interesse especial pelas terras lusitanas, no entanto, quando coloquei meus pés ali... Nossa! Até hoje não sei  como explicar o que senti, foi algo como a sensação que tenho quando faço uma grande viagem e chego em casa, só que eu estava fazendo exatamente o contrário. Eu ha

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Há alguns dias coloquei em prática um desejo que guardava no meu coração há muito tempo. O de levar mais amor, um pouco do que sei e todas as melhores energias que vibram em mim para quem precisa.

Sempre tive essa vontade de fazer as pessoas se sentirem melhor através das palavras (maluquice para alguns, mas para mim sempre fez todo sentido e isso me bastou). O amor pelas palavras e o amor pelas pessoas andaram separados por qu

Menos tecnologia e mais imaginação – 16 ideias para criar um “CANTINHO DA PAZ” para os pequenos

Meus filhos fazem parte de uma geração completamente diferente da minha. Quando eles nasceram já existia internet, redes sociais, jogos virtuais... Para mim é bem louco pensar que eles não experimentaram um mundo mais "orgânico". Não sou contra tecnologias e afins, mas sou a favor do uso consciente e o fato é que todo esse aparato tecnológico tem seu bônus e seu ônus. E é sobre esse ônus que focarei no post de hoje.

Ansi

A felicidade não está na vitrine

Você sabe o que te faz feliz de verdade? Não estou falando daquela sensação que explode quando compramos algo, por exemplo. Isso, na maioria esmagadora das vezes, é apenas euforia e a gente repetindo o comportamento que a sociedade nos ensinou direta e indiretamente. É uma sensação boa? Claro que sim! Mas passa rápido. Por isso as pessoas compram, compram, compram e compram... Tentando sentir essas explosões. Se isso fosse felicidade, basta

Cotonete não!

Uma coisa que muita gente usa, mas pouca gente sabe que é ERRADO: cotonetes para limpar os ouvidos. Seja nas crianças ou nos adultos, o uso das hastes é prejudicial.

A Academia Americana de Otorrinolaringologia revisou recentemente as recomendações sobre o assunto e vou escrever algumas informações que encontrei na Revista Crescer para esclarecer mais sobre o tema